O presente Regulamento estabelece as diretrizes, normas e procedimentos para o funcionamento do Núcleo Curricular Optativo (NCO) do curso de Medicina, conforme disposto no Despacho nº 73/2018. O objetivo é orientar quanto à organização, escolha e cumprimento das unidades curriculares optativas, garantindo coerência académica, transparência e qualidade formativa.
Objetivo do NCO: permitir que o aluno personalize parte do seu percurso académico, explorando temas específicos ou aprofundando áreas de interesse fora do núcleo obrigatório.
Oferta: há uma lista de unidades curriculares optativas (UCOs) que podem variar por ano letivo, propostas por docentes ou departamentos.
Candidatura: é feita num período próprio, e geralmente as vagas podem ser limitadas, seguindo critérios de prioridade.
ECTS: Os estudantes terão de realizar um total de 14 ECTS no Núcleo Curricular Optativo. Nos anos pré-clínicos (2º e 3º ano), os estudantes terão de realizar 6 ECTS até ao final do 3º ano. Nos anos clínicos (4º e 5º ano), os estudantes terão de realizar 8 ECTS até ao final do 5º ano.
Quantos ECTS são necessários realizar no Núcleo Curricular Optativo?
Os estudantes terão de realizar um total de 14 ECTS no Núcleo Curricular Optativo.
Nos anos pré-clínicos (2º e 3º ano), os estudantes terão de realizar 6 ECTS até ao final do 3º ano.
Nos anos clínicos (4º e 5º ano), os estudantes terão de realizar 8 ECTS até ao final do 5º ano.
Posso realizar mais do que 14 ECTS?
Sim, os estudantes podem realizar mais do que 14 ECTS.
Porém, há alguns detalhes a ter atenção:
- Para o cálculo da média final da Licenciatura em Estudos Básicos de Medicina (atribuída no final do 3º ano), serão consideradas apenas as unidades curriculares com melhor classificação que perfaçam um total de 6 ECTS.
- Para o cálculo da média final do Mestrado Integrado em Medicina (atribuído no final do 6º ano), serão consideradas apenas as unidades curriculares com melhor classificação que perfaçam um total de 8 ECTS.
Como dito acima, as unidades curriculares que não forem consideradas serão registadas como atividades extracurriculares e não serão consideradas para o cálculo da média final.
Posso fazer mais do que uma UCO num semestre?
Pode. No entanto a gestão dos horários neste caso fica do lado do estudante, uma vez que não recomendamos esta gestão, pois as UCO decorrem todas na mesma altura e poderá haver sobreposição de horários.
Adicionalmente, relembramos fica sujeito/a às vagas sobrantes da segunda UCO à qual se candidatou.
Como peço a redução de ECTS e onde posso consultar?
A redução de ECTS deverá ser feita via Fénix e poderá ser consultada na sua área Fénix, no entanto apenas estará disponível no final do ano letivo no qual se realizou o pedido.
Deverá escrever no seu requerimento o seguinte texto:
“Conforme definido no Despacho nº 56/2023, solicito a redução de 1 ECTS na UC Optativa com menor avaliação (inserir a UC), por ter um número de ECTS excedente pelo Regulamento do Núcleo Curricular Optativo”
Relembramos que não é possível fazer redução numa atividade que tenha sido creditada, apenas são passiveis de redução as UCO.
Posso creditar o mesmo tipo de atividade mais do que uma vez?
Não. A partir do ano letivo 2025/2026, só é possível creditar um dos tipos de atividade uma única vez.
Posso submeter pedidos de creditação após o prazo estipulado?
Não. Os pedidos de creditação só são aceites dentro do período estipulado para esse fim.
A gestão dos ECTS e a preparação dos pedidos de creditação são da inteira responsabilidade do estudante. Assim, é fundamental que os estudantes acompanhem regularmente a sua situação académica e estejam atentos aos prazos definidos.
Recomendamos que consultem os seus ECTS atempadamente, de forma a antecipar eventuais candidaturas ou pedidos de creditação.
Se for colocada numa UCO na 1ª fase, posso ir à 2ª fase e manter a vaga que me foi atribuída na 1ª como backup?
Não. Caso tenha rejeitado a sua colocação e submeta uma nova candidatura na 2.ª fase, a vaga que lhe foi atribuída na 1.ª fase é automaticamente libertada e deixará de estar garantida. Essa vaga será novamente disponibilizada no sistema e poderá ser atribuída a outro estudante.
Já fiz um Estágio de Iniciação Pedagógica, posso repetir?
Sim. Apesar de não ser possível repetir disciplinas, poderá repetir um Estágio de Iniciação Pedagógica, uma vez que a área de atuação pode variar! Deverá fazer a inscrição na altura certa e pela via comunicada pelo NCO.
Não em candidatei em 1ª fase, posso candidatar-me na 2ª fase?
Sim. A segunda fase é exclusiva para estudantes que:
- Tenham rejeitado a colocação da 1ª fase
- Não tenham feito uma candidatura na 1ª fase
- Não tenha sido colocados na 1ª fase
Disciplina = 2 ECTS
A Arte do Doutor Palhaço no Contexto da Formação dos Estudantes de Medicina - 2.º, 3.º e 4.º ano - Dr. Tiago Proença dos Santos
Alcoologia e Consequências do Consumo Nocivo de Álcool na Comunidade - 2.º, 3.º e 4.º ano - Prof.ª Doutora Cristina Ribeiro
Anestesiologia e Reanimação - 5.º ano – Prof. Dr. Lucindo Ormonde
Antropologia Digital - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Luís Madeira
Antropologia Médica - 2.º ano – Prof. Doutor Miguel Barbosa
Cardiologia - 5.º ano – Prof. Doutor Fausto Pinto
Cirurgia Cardiotorácica – 5.º Ano – Prof. Doutor Ângelo Nobre
Cirurgia e Patologia Oral e Maxilo-Facial – 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Francisco Salvado
Cirurgia Vascular – 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Luís Mendes Pedro
Comunicação em Saúde - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Isabel Santiago
Cuidados intensivos neonatais e pediátricos – 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor André Mendes Graça, Prof. Doutor Francisco Abecasis (Co-Regente)
Cuidados Paliativos – 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Paulo Pina
Direito da Medicina - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof.ª Doutora Cláudia Monge
Do Ensaio Clínico ao Acesso Terapêutico - 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Joaquim Ferreira
Doenças Tropicais Negligenciadas (1.º semestre) – 3.º e 4.º ano - Prof.ª Doutora Emília Valadas
Doente Crítico Neurológico - 4.º e 5.º ano – Dr. Nuno Gaibino
Drogas e Toxicodependência - 2.º, 3.º e 4.º ano - Prof. Doutor Samuel Pombo
Ecocardiografia Básica – 4.º ano – Prof.ª Doutora Catarina Sousa
Ecografia obstétrica e diagnóstico pré-natal – 5.º ano - Dr. Rui Carvalho Oliveira, Prof.ª Doutora Teresa Loureiro (Co-Regente)
Economia da Saúde - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof.ª Doutora Leonor Bacelar Nicolau
Emergência Médica Pré-hospitalar - 5.º ano - Prof. Doutora Susana Fernandes e Dr. Alexandre Caldeira (Co-Regente)
Endocrinologia - 4.º e 5.º ano - Profª. Doutora Sónia do Vale e Prof.ª Doutora Ana Paula Barbosa (Co-Regente)
Exercício Físico: Intervenção não Farmacológica em Medicina - 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof.ª Doutora Ana Abreu e Prof.ª Doutora Rita Pinto
Farmacogenética Clínica - 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof.ª Doutora Maria Constança Coelho, Prof.ª Doutora Alda Pereira da Silva (Co-Regente)
Filosofia Aplicada à Psiquiatria e Saúde Mental - 2º, 3.º, 4.º e 5º ano - Prof. Doutor Diogo Telles Correia e Dr. Hélio Neto (Co-Regente)
Filosofia do Conhecimento – 3.º ano – Prof. Doutor Luís Madeira
Fisiologia Humana no Ambiente Aeroespacial (2.º semestre) - 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Isabel Rocha
Fundamentos em Neurociências: técnicas de imagiologia de cálcio e eletrofisiológicas (2.º semestre) – 2.º e 3.º ano – Prof.ª Doutora Sandra Vaz
Fundamentos em Neurociências: técnicas de avaliação e estudo do comportamento animal (2.º semestre) – 2.º e 3.º ano – Prof.ª Doutora Ana M. Sebastião
Genética Clínica – 5.º ano – Prof. Doutora Constança Coelho
Genómica e Medicina Personalizada - 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Francisco Enguita
Gastrenterologia – 5.º ano – Prof.ª Doutora Helena Cortez-Pinto
Gestão e Medicina Personalizada - 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Válter Fonseca
Hemato-Oncologia – 5.º ano – Prof. Doutor João Forjaz de Lacerda
Hepatologia - 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Rui Tato Marinho
História da Medicina – 2.º ano – Prof. Doutor Diogo Telles Correia, Prof. Doutor Luís Mendes Pedro (Co-Regente)
Humanidades Médicas - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Luís Madeira, Prof.ª Doutora Teresa Casal (Co-Regente)
Imunologia Clínica - 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof.ª Doutora Susana Lopes da Silva, Prof. Doutor Afonso Almeida
Imuno-Oncologia (2.º Semestre) - 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Bruno Silva-Santos
Infecções Sexualmente Transmissíveis - 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Paulo Filipe, Dr. Miguel Alpalhão
Infertilidade / Medicina da Reprodução - 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Catarina Policiano
Intervenções Breves Integradas para Estilos de Vida Saudáveis – 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Cristina Ribeiro, Prof.ª Doutora Sara Madeira (Co-Regente)
Introdução à Investigação Clínico-Laboratorial em Oncologia - 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Pedro Vaz
Investigação Qualitativa em Saúde - 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof.ª Doutora Brígida Riso
Língua Francesa – 3.º ano – Prof. Doutor Hurrydeo Beefun
Luto em Medicina – 3.º ano – Prof. Doutor Miguel Barbosa
Medicina Aeroespacial - 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Fausto Pinto
Medicina da Adolescência - 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Helena Fonseca
Medicina Física e Reabilitação – 2.º e 3.º ano – Prof. Dr. Francisco Sampaio
Medicina Humanitária, Conflito e Catástrofe – 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano - Dr. Nelson Olim
Medicina Intensiva - 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Susana Fernandes
Medicina Narrativa – 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Lucas Manarte
Medicina Transfusional - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof. Dr. Álvaro Beleza
Medicina Tropical (1.º semestre) – 4.º ano - Prof.ª Doutora Emília Valadas
Meditação e Medicina - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Miguel Barbosa, Prof. Doutor Paulo Borges (Co-Regente)
Música e Medicina (1.º Semestre) – 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Carina Freitas
Nanomedicina (2.º semestre) - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Nuno Santos
Nefrologia – 5.º ano – Prof. Doutor José António Lopes, Prof. Doutor Edgar Almeida
Neurociências - Fundamentos em Neuroinflamação (2.º semestre) – 2.º e 3.º ano – Prof.ª Doutora Cláudia Valente de Castro
Neurociências Experimentais (2.º semestre) - 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Luísa Lopes
Neurocirurgia – 5.º ano – Profª Doutora Cláudia Faria
Nutrição – 3.º ano – Prof.ª Doutora Inês Santos
Nutrição Clínica – 4.º ano – Prof.ª Doutora Sara Policarpo
Oncologia Torácica - 4.º e 5.º ano – Dr.ª Susana Simões e Dr. Nuno Pimentel
Otologia e Neurotologia – 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Leonel Luís
Procedimentos Clínicos em Pediatria: dos Fundamentos à Execução – 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Ana Isabel Lopes
Psicologia da Saúde - 2.º, 3.º e 4.º ano - Prof. Doutor Samuel Pombo
Psicossomática - 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Filipa Novais
Reumatologia - 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Elsa Vieira de Sousa
Saúde Ambiental – 3.º ano – Prof.ª Doutora Cristina Bárbara
Saúde, Medicina e Sociedade - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof.ª Doutora Brígida Riso
Saúde Ocupacional – 2.º ano – Prof.ª Doutora Ema Resende
Saúde e Políticas Públicas: perspectivas, etapas e modelos - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Lucas Manarte, Prof.ª Doutora Brígida Riso e Prof.ª Doutora Manuela Silva (Co-Regentes)
Seminários de Neurociências (1.º semestre) - 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Sandra Vaz. Prof.ª Doutora Cláudia Valente (Co-Regente)
Sexualidade Humana e Perturbações Sexuais - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Patrícia Pascoal, Dr. Rui Carvalho (Co-Regente)
Terapias da regeneração: potencial das células estaminais neurais (2.º semestre) – 2.º ano - Prof.ª Doutora Sara Xapelli
Uso Clínico de Antimicrobianos - 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Thomas Hanscheid
Vacinas e Vacinação - 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Miguel Prudêncio
Professora Coordenadora: Prof.ª Doutora Maria do Carmo Fonseca
Para informações sobre os ECTS. Avaliação e Carga horária correspondentes a cada UC, por favor consultar a fichas de unidade curricular.
As UCO decorem durante o 1º.semestre de 2025/2026 de 8 a 12 de Setembro, conforme estipulado em calendário letivo.
frequência de cada disciplina é condicionada pelo número limite de vagas definido.
Curso Livre Experimental = 3 ECTS
Bioquímica Experimental – 2.º, 3.º e 4.º ano - Prof.ª Doutora Ana Rosa Silva Herdade
Introdução à Investigação Científica em Biologia Molecular da Célula – 2.º e 3.º ano - Prof.ª Doutora Maria do Carmo Fonseca
Introdução à Investigação Clinico-laboratorial em Oncologia – 4.º e 5.º ano – Dr. Pedro Vaz
Introdução Prática à Inteligência Artificial em Medicina – 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Pedro Gouveia
Cursos Livres Teórico Práticos = 1 ou 1+1 ECTS
Células Estaminais Pluripotentes e Medicina Regenerativa – 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof.ª Doutora Isabel Alcobia
Diabetologia – 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano - A disponibilizar brevemente
Eletrocardiografia Básica I e II – 4.º e 5.º ano - Prof.ª Doutora Dulce Brito
Embriologia Experimental – 2.º ano – Prof.ª Doutora Hélia Neves
Ética Relacional – 3.º ano – Prof. Doutor Luís Madeira
Geriatria I e II – 5.º ano – Prof.ª Doutora Manuela Fiúza
Inovações em Embriologia Clínica – 2.º, 3.º, 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Carlos Eugénio Plancha
Inteligência Artificial em Medicina – 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Paulo Nogueira
Mecanismos fisiopatológicos das doenças reumáticas: da auto-inflamação à auto-imunidade, 2.º, 3.º e 4.º ano - Prof. Doutor Vasco Romão, Prof. Doutor Luís Graça
Medicina do Exercício Físico – 3.º ano - Prof.ª Doutora Isabel Rocha
Medicina Nuclear – 3.º, 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Ana Abreu
Políticas e Gestão da Saúde – 4.º e 5.º ano - Mestre Rui Portugal
Professora Coordenadora: Prof.ª Doutora Maria do Carmo Fonseca
Existem dois tipos de cursos livres: teórico-práticos e experimentais. Os cursos livres teórico-práticos terão a duração de 10 horas de contacto e 18 horas de estudo e os cursos livres experimentais 30 horas de contacto e 54 horas de estudo.
A frequência dos cursos livres optativos é condicionada pelo número limite de vagas definido anualmente.
O aproveitamento nos cursos livres optativos é qualitativo, sendo expresso como aprovado, reprovado e não avaliado , com base nos conhecimentos adquiridos e trabalho realizado perante os objectivos pré-definidos.
O aproveitamento nos requisitos pré-definidos confere a aprovação e atribuição dos respectivos ECTS: curso livre teórico-prático (1 ECTS) e curso livre experimental (3 ECTS).
Práticas Clínicas Tutorais - 3 ECTS
Anatomia Patológica HFF – 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Isabel Fonseca
Anatomia Patológica IPO – 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Isabel Fonseca
Anestesiologia e Reanimação – 5.º ano - Prof. Dr. Lucindo Ormonde
Cardiologia – 5.º ano - Prof. Doutor Fausto Pinto
Cardiologia HGO – 4.º e 5.º ano - Prof. Doutor Hélder Pereira
Cirurgia – 4.º ano - Prof. Doutor Nuno Duarte de Carvalho
Cirurgia - 5.º ano - Prof.ª Doutora Catarina Santos
Cirurgia Cardiotorácica – 5.º ano - Prof. Dr. Ângelo Nobre
Cirurgia Plástica e Reconstrutiva – 5.º ano - Prof. Doutor Manuel Caneira e Prof. Dr. Vitor Fernandes
Cirurgia Vascular – 5.º ano – Prof. Doutor Luís Mendes Pedro
Cirurgia Vascular HGO – 4.º e 5.º ano – Dr.ª Maria José Ferreira
Hematologia Clínica – 5.º ano – Prof. Doutor João Forjaz de Lacerda
Imunoalergologia – 4.º e 5.º ano – Prof. Doutor Manuel Branco Ferreira
Infeciologia – 5.º ano - Prof.ª Doutora Emília Valadas
Medicina de Urgência e Emergência - 3º ao 5º ano - Prof.ª Doutora Anabela Mendes de Oliveira
Medicina Física e Reabilitação – 4.º e 5.º ano – Prof. Dr. Francisco Sampaio
Medicina Tropical (África) – 4.º ano – Prof.ª Doutora Emília Valadas
Nefrologia – 5.º ano – Prof. Doutor José António Lopes
Neurocirurgia – 5.º ano – Prof.ª Doutora Cláudia Faria, Prof. Dr. José Miguéns
Neurologia – 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Isabel Pavão Martins
Neurorradiologia – 5.º ano – Prof.ª Doutora Sofia Reimão
Oftalmologia – 5.º ano – Prof. Doutor Carlos Neves
Ortopedia – 5.º ano – Prof. Doutor Pedro Fernandes
Pneumologia – 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Cristina Bárbara
Radiologia – 5.º ano – Prof.ª Doutora Sofia Reimão
Reumatologia HGO – 4.º e 5.º ano – Prof.ª Doutora Maria José Santos
Urologia – 5.º ano – Dr. José Palma Reis
Professora Coordenadora: Prof.ª Doutora Maria do Carmo Fonseca
OBJETIVOS
Adquirir competências em procedimentos no âmbito da prática clínica com vista a um futuro profissional.
CARACTERIZAÇÃO
As práticas clínicas tutorais (PCT) são actividades de aprendizagem clínica vivencial tutelada.
As PCT decorrem nos períodos definidos anualmente para realização das Actividades do Tronco Opcional.
As PCT decorrem em Serviços Hospitalares de medicina geral ou de especialidades clínicas a definir anualmente. Estas actividades devem ocorrer nos períodos usuais do serviço (preferencialmente em dias úteis e no período diurno) de modo a proporcionar a cada aluno oportunidades de aprendizagem vivencial em enfermarias, consultas, serviços de urgência e/ou salas operatórias, nas actividades que lhe forem designadas e haja acompanhamento pelo respectivo tutor, sendo obrigatória a presença e pontualidade dos alunos em todas as actividades do serviço. Os directores dos serviços de acolhimento e os tutores devem exigir o registo diário da frequência, em impresso próprio, a ser validado semanalmente. As faltas ao serviço devem ser imediatamente justificadas perante o director de serviço e/ou tutor, conforme aquele o entender.
A frequência de cada PCT é condicionada pelo número limite de vagas definido anualmente.
PRÉ-INSCRIÇÃO
Nas PCT podem inscrever-se os alunos do 4.º e 5.º anos do ciclo clínico.
TUTORES
Cada aluno da PCT tem de ser tutelado por um médico do serviço de acolhimento, a ser designado pelo respectivo director no primeiro dia de actividade. O tutor deve ter receptividade para a incumbência e possuir qualidades humanas, pedagógicas e profissionais que o constituam em modelo de formação.
AVALIAÇÃO
A Aprovação da PCT resulta da assiduidade comprovada e do aproveitamento que cada aluno obtém em avaliação contínua de serviço, pelo respectivo tutor.
A classificação final a ser informada é de aprovado, reprovado ou não avaliado.
São critérios de não aprovação a falta de assiduidade e/ou pontualidade, deficiência de conhecimentos essenciais e/ou manifestação de comportamentos e atitudes negativas ou impróprias. Os motivos da não aprovação devem ser explicitados por escrito.
A aprovação confere ao aluno a atribuição de 3 ECTS.
Os critérios que definem uma PCT sem aproveitamento são:
1. Conhecimento do aluno
» Revela incapacidade sistemática na obtenção correcta de anamneses e/ou execução de exames objectivos adequados.
» Revela incapacidade sistemática em relacionar os dados da anamnese e do exame objectivo com hipótese de diagnóstico e/ou terapêutica.
» Demonstra conhecimentos insuficientes sobre medidas diagnósticas e terapêuticas comuns, e/ou respectiva pertinência, efeitos secundários, contra-indicações e custo económico.
» Carece de rigor e não acompanha, regular e cuidadosamente, os doentes que lhe foram atribuídos.
» Revela incapacidade ou deficiência em distinguir prioridades, em acompanhar situações clínicamente urgentes ou outras situações geradoras de grande instabilidade.
2. Comportamentos e Atitudes do Estagiário
» Não atende nem respeita as instruções ou correcções do seu orientador e/ou dos outros membros da equipa clínica em que está integrado.
» Não considera e não valoriza as perspectivas, preocupações e/ou expectativas dos doentes.
» Não reconhece as dificuldades, as deficiências ou os erros próprios.
» Não reconhece quando a situação ultrapassa as suas capacidades e deve procurar auxílio.
» Revela acentuadas limitações de colaboração e de relacionamento com os outros elementos da equipa clínica, dela se excluindo.
» Não é merecedor de confiança e/ou não tem sentido das responsabilidades profissionais.
» É indelicado no relacionamento com os doentes, superiores e outros membros da equipa clínica.
» Revela instabilidade emocional e/ou dependências que põem em risco a saúde própria e do doente.
» Evidencia comportamento anti-social e/ou desonestidade.
Poderá fazer o Pedido de Creditações de 26 de Agosto a 29 de Setembro 2025 via FénixEdu
Consulte mais sobre creditações no NCO em: Creditações MIM - Núcleo Curricular Optativo
ESTÁGIOS DE INVESTIGAÇÃO E INICIAÇÃO PEDAGÓGICA E PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO
Estágios 2025/2026
Inscrições 1º semestre - Encerradas
Pode consultar abaixo as vagas para o 2.º semestre
Estágios de Iniciação Pedagógica
ORGANIZAÇÃO GERAL
Os Estágios de Investigação inserem-se nas actividades optativas e pretendem desenvolver um processo de vivência de prática de investigação laboratorial e clínico-laboratorial.
Com base num projecto pré-definido e com o acompanhamento directo de um tutor, o aluno poderá e deverá desenvolver um trabalho de investigação que contribua para a sua formação médica.
Do 2.º ao 5.º Anos
– Estágios de Investigação Laboratorial
Do 4.º e 5.º Anos
– Estágios de Investigação Clínica
– Estágios Clínico-Laboratoriais
Os Estágios de Iniciação Pedagógica pretendem integrar, de forma organizada, alunos que concluíram disciplinas básicas, pré-clínicas e clínicas com boa preparação, no ensino dos seus colegas mais novos, atribuindo-lhes créditos formativos. Esta actividade participada de alunos-monitores voluntários, vem na linha de uma longa tradição institucional, fomentada como experiência positiva nalgumas disciplinas básicas da Faculdade de Medicina de Lisboa.
Do 2.º ao 5.º Anos
Professora Coordenadora: Prof.ª Doutora Lia Neto
Objectivos Gerais
Melhorar a qualidade da formação dos alunos da Faculdade de Medicina de Lisboa através da participação de alunos mais velhos, como monitores voluntários tutelados, no ensino prático das disciplinas básicas, pré-clínicas e clínicas, semestrais ou anuais, do núcleo curricular obrigatório do Curso de Medicina.
Contribuir para a formação pedagógica e a valorização curricular dos alunos que tenham obtido bom aproveitamento nas disciplinas básicas e pré-clínicas e clínicas da FMUL, através da atribuição de créditos formativos contabilizáveis para Curso de Mestrado Integrado em Medicina, ao exercício da actividade optativa de monitor voluntário tutelado daquelas áreas curriculares.
Proporcionar um primeiro contacto com o trabalho lectivo e incentivar o desenvolvimento de vocações futuras neste âmbito.
Candidaturas
Podem candidatar-se a estas vagas de Estágios de Iniciação Pedagógica como monitor voluntário todos os alunos do curso de Medicina que tenham concluído as disciplinas respectivas e obtido bom aproveitamento na respectiva área disciplinar.
As candidaturas são apresentadas on-line em período a definir anualmente.
Número de alunos: a definir por cada disciplina.
Critérios de Selecção
Os candidatos serão seleccionados pelos directores ou professores regentes das disciplinas com base nos critérios seguintes:
1. Terem tido elevada classificação na Área disciplinar pretendida;
2. Terem elevada classificação média no(s) ano(s) anterior(s);
3. Outras características pessoais avaliáveis através de uma entrevista com o director ou regente da disciplina.
Conteúdos Programáticos
A actividade de iniciação pedagógica como aluno-monitor voluntário compreende a colaboração no ensino das aulas práticas e teórico-práticas e sua preparação, bem como noutros trabalhos de índole pedagógica, nomeadamente a organização de meios audiovisuais de ensino e a participação em actividades formativas em curso na Faculdade, para as quais deverão ser incentivados. A Faculdade deverá organizar anualmente iniciativas de formação pedagógica para os alunos monitores-voluntários.
Cada aluno-monitor voluntário fica durante todo o período lectivo da Área disciplinar sob a orientação e responsabilidade directa de um tutor que determinará o trabalho a realizar, o seu horário e a sua calendarização. Cada tutor poderá receber até três alunos monitor-voluntário com horários diferenciados.
Cada aluno pode ser monitor voluntário de uma só disciplina em cada período.
Tutores
Os tutores dos alunos-monitores podem ser professores, assistentes ou equiparados que tenham a seu cargo turmas práticas ou teórico-práticas das Áreas disciplinares contempladas, com reconhecida qualidade pedagógica, indigitados pelos professores regentes respectivos. Cada tutor poderá ter até três alunos monitores voluntários.
Avaliação
A actividade de Iniciação Pedagógica como monitor voluntário é objecto de uma avaliação final individual, baseada num relatório que deve ter 2 a 5 páginas A4 a 2 espaços, devidamente datado e assinado. Este relatório deve compreender pelo menos os seguintes itens: a) objectivos do estágio; b) actividade desempenhada; c) apreciação da mesma.
O relatório deverá ser acompanhado de um parecer isento escrito acerca dessa actividade pelo tutor responsável.
A avaliação da actividade inclui a discussão pública daquele relatório com o parecer do tutor, por júri constituído pelo director da Unidade ou pelo regente da Área disciplinar e pelo tutor.
O resultado da avaliação é expresso em termos de aprovado, reprovado ou não avaliado. A aprovação confere a atribuição 1 ECTS por Semestre, quando for caso disso.
Professora Coordenadora: Prof.ª Doutora Maria do Carmo Fonseca
Objectivos Gerais
Desenvolver no aluno, através da resolução de um problema de natureza experimental, e utilizando a metodologia científica, capacidades de planeamento e execução, e subsequentemente análise, apresentação e de discussão dos resultados da investigação realizada.
Candidaturas
Podem candidatar-se à realização dos estágios de investigação todos os alunos do curso de Medicina inscritos nos 2.º ao 5.º anos do curso (Estágio de Investigação Laboratorial) ou no 4.º ou 5.º anos (Estágio de Investigação Clínico-Laboratorial).
Os estágios de investigação clínico-laboratoriais poderão ser realizados nos Laboratórios, Institutos e Clínicas Universitárias da Faculdade, e/ou em outros serviços clínicos, laboratórios de investigação de instituições afiliadas, no âmbito da saúde e da ciência.
As candidaturas para os estágios de investigação laboratorial ou clínico-laboratorial, são apresentadas on-line em período a definir anualmente.
Critérios de Selecção
Os alunos serão seleccionados pelos directores das unidades que disponibilizarem vagas com base nos seguintes critérios:
a) Terem realizado todas as disciplinas do ano anterior, e não terem disciplinas em atraso;
b) Entrevista com o director da unidade receptora.
Caracterização do Estágio
Cada aluno admitido a estágio fica sob orientação e responsabilidade directas de um tutor, designado pelo director da unidade receptora, que lhe facultará o apoio necessário à execução dos objectivos e programa de estágio. Os tutores podem ser docentes ou investigadores de qualidade confirmada, a designar pelo director da unidade, com a seguinte diferenciação: mestre, doutorando, doutor ou investigador creditado.
Cada tutor define os objectivos do programa do estágio, designando o trabalho a realizar num determinado prazo pré-definido, a ser concluído no ano lectivo em que o aluno se inscreveu. Em caso de definição pelo Serviço poderá o aluno ter de realizar o estágio nos 2 Semestres do ano lectivo.
Conteúdos Programáticos
Existem dois tipos de Estágios:
1. Estágios de Investigação Laboratorial.
2. Estágio de Investigação Clínico-Laboratorial.
Anualmente mediante solicitação do Coordenador dos Estágios de Investigação Clínica, os Responsáveis por cada Estágio darão a conhecer os projectos de estágio, os respectivos tutores, bem como as vagas disponibilizadas.
Avaliação
O desenvolvimento e os resultados do estágio são objecto de um relatório final com um máximo de 10 páginas A4, a 2 espaços, devidamente datado e assinado.
O relatório e o trabalho do estágio são apresentados e debatidos na presença de um júri constituído pelo director de unidade e pelo tutor do aluno, devendo o relatório de estágio acompanhar a pauta de avaliação emitida em cada semestre.
O resultado final, expresso por aprovado, reprovado e não avaliado, é registado em impresso próprio. A aprovação na prova confere ao aluno a atribuição 1 ECTS, por Semestre, se for caso disso.
Professora Coordenadora: Prof.ª Doutora Patrícia Canhão
Objectivos Gerais
– Contribuir para o entendimento da investigação como parte integrante da formação e atitude médica de qualidade, e garantia do processo científico e tecnológico da Medicina.
– Desenvolver o gosto e o interesse pela investigação clínica.
– Aumentar a preparação metodológica neste tipo de pesquisa.
– Aumentar a “massa crítica” de potenciais investigadores clínicos.
– Desenvolver a capacidade para apreciar criticamente a informação e a prática médicas.
– Desenvolver laços entre laboratórios/serviços da FML/HSM com actividade de investigação clínica regular, e antever potenciais futuros investigadores clínicos.
– Facultar aos alunos a vivência em laboratórios / serviços da FML / HSM com actividade de investigação clínica regular.
Candidaturas
Podem candidatar-se a estes estágios alunos do curso de Medicina inscritos nos 4.º ou 5.º anos.
Os alunos deverão inscrever-se num tutor da sua preferência. As candidaturas são apresentadas on-line em período a definir anualmente.
Critérios de Selecção
Os alunos serão seleccionados pelo Coordenador dos Estágios de investigação clínica, com base nos seguintes critérios:
1. Terem realizado todas as disciplinas do ano anterior, e não terem disciplinas em atraso.
2. Média das classificações obtidas nos anos anteriores.
3. Por entrevista, com o tutor, caso não seja possível a selecção pelo método anterior.
Características do Estágio
Cada aluno admitido a estágio ficará sob a orientação e responsabilidade directas de um tutor, que lhe facultará o apoio necessário à execução dos objectivos e programa do estágio.
Cada tutor deverá indicar quantos grupos de dois alunos poderá receber anualmente (mínimo um grupo/ano, máximo dois grupos/ano).
O Estágio deverá ser concluído obrigatoriamente no ano lectivo em que se iniciou. Em caso de definição pelo Serviço poderá o aluno realizar o estágio nos 2 Semestres do ano lectivo.
O local de realização dos estágios serão os Laboratórios, Institutos, Clínicas Universitárias e os Serviços da FML/HSM, que tenham participação regular em actividades de investigação clínica de qualidade, e após autorização prévia dos respectivos directores ou coordenadores.
Conteúdos Programáticos
A temática e orientação dos Estágios de Investigação Clínica (EIC) serão da responsabilidade dos tutores, requerendo prévia aprovação pelo gestor dos EIC para serem iniciados.
Os Estágios de Investigação Clínica poderão assumir dois formatos – tipo:
a) Desenho, planeamento e execução de um projecto de investigação clínica original.
b) Participação num projecto de investigação ou outras actividades de pesquisa, de modo a cumprir a grelha de desempenhos.
c) Anualmente mediante solicitação do Coordenador dos Estágios de Investigação Clínica, os Responsáveis por cada Estágio darão a conhecer os projectos de estágio, os respectivos tutores, bem como as vagas disponibilizadas.
Tutores
Os tutores podem ser docentes ou investigadores designados pelo coordenador dos estágios de investigação clínica com licenciatura, mestrado ou doutoramento, com comprovada experiência de liderança de projectos e actividade continuada de investigação clínica.
Avaliação
A classificação nos Estágios de Investigação Clínica é baseada na avaliação continuada pelo tutor, e na apreciação dos relatórios (intercalar e final) apresentados. O relatório final será avaliado, devidamente datado e assinado, por um júri constituído pelo tutor e pelo Coordenador dos Estágios de Investigação Clínica, que preside.
O resultado final da avaliação será expresso por aprovado, reprovado ou não avaliado.
A aprovação confere ao aluno a atribuição de um valor de 1 ECTS, por Semestre se for caso disso.
