Professor Miguel Castanho comenta testes científicos para travar pandemia

 

comprimidos de várias cores

 

Enquanto médicos e profissionais de saúde de todo o mundo acorrem para socorrer os milhares de vítimas da pandemia Covid-19, cientistas e investigadores de várias áreas estão numa verdadeira corrida contra o tempo para descobrir um tratamento ou vacina que permita combater o novo coronavírus.

Em entrevista ao Diário de Notícias, Miguel Castanho, Professor da Faculdade de Medicina e  Coordenador do grupo de Bioquímica do Desenvolvimento de Fármacos e Alvos Terapêuticos no Instituto de Medicina Molecular (IMM), fala sobre os ensaios clínicos em curso para combater o novo coronavírus, comentando a estratégia de procurar a solução entre drogas já usadas para combater outras doenças. "Desenvolver um novo medicamento é um processo muito lento, que pode levar em média 10 anos. Por isso, o que se faz nestas circunstâncias é testar medicamentos já usados na prática clínica para outros vírus que possam ter semelhanças estruturais", adianta, explicando também a investigação levada a cabo com uma equipa na China que testou no SARS-cov-1 algumas moléculas usadas contra a infeção por VIH.

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