Os nossos, na primeira pessoa (Parte I)
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A Maria Leonor Realinho 

 

 

É a primeira de alguns dos nossos estudantes que terminaram o seu 1º ano do Mestrado Integrado em Medicina.

A pensar nos futuros alunos que pensam escolher a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, pedimos aos nossos estudantes que nos relatassem o que foi viver o primeiro ano académico diante de uma pandemia. Que dificuldades sentiram, o que mais os marcou e como se atravessam alguns momentos que nem sempre são facilmente geríveis, foi o que pedimos para refletirem.

E eles assim o fizeram, com o propósito de inspirar e ajudar os que agora chegam.

menina com caracóis a sorrir

 

“A entrada na faculdade é, sem dúvida, um momento de enorme mudança na vida de qualquer estudante, marcada por uma necessidade acrescida de maior autonomia e responsabilidade, e que exige uma robustez emocional e um suporte familiar/amizade que não nos deixe ficar isolados.”

👉 Como foi este primeiro ano em que uma pandemia mudou a realidade do presencial na Faculdade, para o virtual.
“Sem dúvida que a minha experiência de primeiro ano não foi a que tinha idealizado, na medida em que esperava deparar-me com uma realidade completamente diferente da que experienciei.

A pandemia mudou a realidade do presencial na Faculdade, para o virtual e, tendo em consideração o facto de estar deslocada, levou a que passasse a maior parte do tempo nas Caldas da Rainha, junto da minha família e amigos.”

👉 Conseguiste criar amizades com os novos colegas?
“Tenho um irmão na FMUL e, durante todo o meu percurso, foi, sem dúvida, um enorme apoio, bem como os seus amigos, a minha monitora, a minha mentora e amigas de anos superiores que se mostraram sempre disponíveis para me ajudar, quer nas estratégias de estudo, quer no suporte emocional, uma vez que todos acabamos por passar por momentos de insegurança e angústia.

Fazer novos amigos na faculdade tornou-se um elemento chave para me integrar e para me sentir em “casa”. Parece difícil conhecer novas pessoas num momento inicial, não nego, sobretudo durante este ano em que a pandemia nos levou a percecionar a vida social de outra forma.

No início do primeiro semestre, tive algum receio de não estabelecer novas amizades e de ficar à margem. No entanto, os primeiros dias de receção foram decisivos e consegui conhecer algumas pessoas, com as quais fui começando a combinar almoços e jantares.

A pandemia é, seguramente, uma barreira à formação de novas amizades, mas não é insuperável.”

 



Maria Leonor Realinho 📍 Caldas da Rainha 🔖 1º ano do Mestrado Integrado em Medicina

Na Newsletter da FMUL de setembro, recuperamos o testemunho completo da Maria Leonor Realinho.

Até lá, boa sorte a todos os que se estão a candidatar ao Ensino Superior. Cá vos esperamos! 💛