Diálogos sobre o Cérebro- “Por uma melhor comunicação entre investigadores, doentes e sociedade”
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pessoas sentadas num auditório numa mesa redonda

A comunicação de ciência é uma poderosa ferramenta para democratizar o acesso às descobertas científicas, quebrar mitos e aproximar investigadores de associações de doentes e sociedade em geral.

 Foi neste contexto que decorreu o debate: "Diálogos sobre o Cérebro: por uma melhor comunicação entre investigadores, doentes e sociedade". O foco foi o de aproximar as partes envolvidas, cientistas, mães e representantes das associações cujas doenças se enquadram nas neurociências, para perceber dificuldades e apontar caminhos para responder de forma mais eficaz e eficiente às necessidades de quem lida com estas patologias.

 

participantes no debate tiram foto de grupo

Organizado pelo projeto EpiEpiNet contou com a participação de Rui Rodrigues, neurocientista e postdoc na Universidade de Bordéus e coordenador do projeto “Fala-me Neuro” uma iniciativa que pretende comunicar as neurociências com uma linguagem acessível;  Catarina Luz, psicóloga, representante da Liga portuguesa Contra a Epilepsia e membro do painel de aconselhamento do EpiEpiNet Raquel Elias da Costa, representante da Associação Dravet Portugal;  Micaela Rozenberg, presidente da Associação Tuberosa e Dora Estevens Guerreiro, do  departamento de Comunicação da FMUL para perceber de que forma os órgãos de comunicação social fazem a divulgação da ciência e como se faz a gestação entre a linguagem própria de quem quer chegar ao público em geral e aquela que é usada pelos investigadores, geralmente inacessível aos demais. O debate contou com a moderação da neurocientista Luisa Lopes coordenadora de um grupo de investigação no iMM e com  trabalho feito na divulgação da Ciência, Público  podcasts e também docente na FMUL.

Se não teve oportunidade de assistir a esta conversa que decorreu no Auditório João Lobo Antunes, fica a aqui o link

Diálogos sobre o Cérebro (youtube.com)