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CARACTERIZAÇÃO DAS ACTIVIDADES OPTATIVAS

Disciplinas Optativas

Professor Coordenador das Disciplinas Optativas
Profª. Doutora Maria do Carmo Fonseca

OBJETIVOS
Aprofundar conhecimentos em áreas disciplinares médicas que pela sua diferenciação sejam motivo de  curiosidade e prospecção motivacional com vista a um futuro profissional.

PRÉ-INSCRIÇÃO
Podem inscrever-se todos os alunos do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, do 2.º ano ao 5.º ano, tendo em atenção os anos de curso a que se refere cada disciplina.

CARACTERÍSTICAS DAS DISCIPLINAS
A disciplina optativa terá a duração de 20 horas de contacto e 36 horas de estudo.
O período de ensino das disciplinas de opção terá de confinar-se a espaços de calendário que não interfiram com o ensino das disciplinas nucleares, sendo reservado anualmente uma semana em cada Semestre para a realização das Actividades do Tronco Opcional.

A frequência de cada disciplina é condicionada pelo número limite de vagas definido.

AVALIAÇÃO
O aproveitamento nas disciplinas optativas é qualitativo, sendo expresso como aprovado, reprovado e não avaliado com base nos conhecimentos adquiridos e trabalho realizado perante os objectivos pré-definidos.

O aproveitamento na disciplina optativa confere a aprovação com a atribuição de 2 ECTS.

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Cursos Livres Teórico Práticos/Experimentais

Professor Coordenador dos Cursos Livres
Profª. Doutora Maria do Carmo Fonseca

OBJETIVOS
Aprofundar conhecimentos em áreas disciplinares médicas que pela sua diferenciação sejam motivo de curiosidade e prospecção motivacional com vista a um futuro profissional.

PRÉ-INSCRIÇÃO
Podem inscrever-se todos os alunos do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, do 2.º ano ao 5.º ano tendo em atenção os anos de curso a que se refere cada curso livre.
A inscrição nestes cursos livres é condicionada pelos agrupamentos pré-estabelecidos.

CARACTERÍSTICAS DOS CURSOS LIVRES
Existem dois tipos de cursos livres: teórico-práticos e experimentais. Os cursos livres teórico-práticos terão a duração de 10 horas de contacto e 18 horas de estudo e os cursos livres experimentais 30 horas de contacto e 54 horas de estudo.
A frequência dos cursos livres optativos é condicionada pelo número limite de vagas definido anualmente.

AVALIAÇÃO
O aproveitamento nos cursos livres optativos é qualitativo, sendo expresso como aprovado, reprovado e não avaliado , com base nos conhecimentos adquiridos e trabalho realizado perante os objectivos pré-definidos.
O aproveitamento nos requisitos pré-definidos confere a aprovação e atribuição dos respectivos ECTS: curso livre teórico-prático (1 ECTS) e curso livre experimental (3 ECTS).

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Práticas Clínicas Tutorais

Professor Coordenador das Práticas Clínicas Tutorais
Profª. Doutora Maria do Carmo Fonseca

OBJETIVOS
Adquirir competências em procedimentos no âmbito da prática clínica com vista a um futuro profissional.

CARACTERIZAÇÃO
As práticas clínicas tutorais (PCT) são actividades de aprendizagem clínica vivencial tutelada.
As PCT decorrem nos períodos definidos anualmente para realização das Actividades do Tronco Opcional.
As PCT decorrem em Serviços Hospitalares de medicina geral ou de especialidades clínicas a definir anualmente. Estas actividades devem ocorrer nos períodos usuais do serviço (preferencialmente em dias úteis e no período diurno) de modo a proporcionar a cada aluno oportunidades de aprendizagem vivencial em enfermarias, consultas, serviços de urgência e/ou salas operatórias, nas actividades que lhe forem designadas e haja acompanhamento pelo respectivo tutor, sendo obrigatória a presença e pontualidade dos alunos em todas as actividades do serviço. Os directores dos serviços de acolhimento e os tutores devem exigir o registo diário da frequência, em impresso próprio, a ser validado semanalmente. As faltas ao serviço devem ser imediatamente justificadas perante o director de serviço e/ou tutor, conforme aquele o entender.

A frequência de cada PCT é condicionada pelo número limite de vagas definido anualmente.

PRÉ-INSCRIÇÃO
Nas PCT podem inscrever-se os alunos do 4.º e 5.º anos do ciclo clínico.

TUTORES
Cada aluno da PCT tem de ser tutelado por um médico do serviço de acolhimento, a ser designado pelo respectivo director no primeiro dia de actividade. O tutor deve ter receptividade para a incumbência e possuir qualidades humanas, pedagógicas e profissionais que o constituam em modelo de formação.

AVALIAÇÃO
A Aprovação da PCT resulta da assiduidade comprovada e do aproveitamento que cada aluno obtém em avaliação contínua de serviço, pelo respectivo tutor.
A classificação final a ser informada é de aprovado, reprovado ou não avaliado.
São critérios de não aprovação a falta de assiduidade e/ou pontualidade, deficiência de conhecimentos essenciais e/ou manifestação de comportamentos e atitudes negativas ou impróprias. Os motivos da não aprovação devem ser explicitados por escrito.
A aprovação confere ao aluno a atribuição de 3 ECTS.

Os critérios que definem uma PCT sem aproveitamento são:
1. Conhecimento do aluno
» Revela incapacidade sistemática na obtenção correcta de anamneses e/ou execução de exames objectivos adequados.
» Revela incapacidade sistemática em relacionar os dados da anamnese e do exame objectivo com hipótese de diagnóstico e/ou terapêutica.
» Demonstra conhecimentos insuficientes sobre medidas diagnósticas e terapêuticas comuns, e/ou respectiva pertinência, efeitos secundários, contra-indicações e custo económico.
» Carece de rigor e não acompanha, regular e cuidadosamente, os doentes que lhe foram atribuídos.
» Revela incapacidade ou deficiência em distinguir prioridades, em acompanhar situações clínicamente urgentes ou outras situações geradoras de grande instabilidade.

2. Comportamentos e Atitudes do Estagiário
» Não atende nem respeita as instruções ou correcções do seu orientador e/ou dos outros membros da equipa clínica em que está integrado.
» Não considera e não valoriza as perspectivas, preocupações e/ou expectativas dos doentes.
» Não reconhece as dificuldades, as deficiências ou os erros próprios.
» Não reconhece quando a situação ultrapassa as suas capacidades e deve procurar auxílio.
» Revela acentuadas limitações de colaboração e de relacionamento com os outros elementos da equipa clínica, dela se excluindo.
» Não é merecedor de confiança e/ou não tem sentido das responsabilidades profissionais.
» É indelicado no relacionamento com os doentes, superiores e outros membros da equipa clínica.
» Revela instabilidade emocional e/ou dependências que põem em risco a saúde própria e do doente.
» Evidencia comportamento anti-social e/ou desonestidade.

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